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O tom adotado pelo Palácio do Planalto é de abertura ao diálogo, desde que pautado pela equidade. O governo insiste que buscou negociações desde o primeiro momento e que a imposição de barreiras unilaterais prejudica a relação entre as duas nações. A narrativa oficial mantém o foco na preservação da autonomia econômica do Brasil frente a pressões externas.
O desdobramento desta crise comercial deve pautar a agenda diplomática nos próximos meses. Enquanto o governo prepara medidas de apoio interno, a expectativa é de que os embates jurídicos internacionais definam o futuro das trocas comerciais entre os dois países.
Fonte: veja.abril.com.br
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