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Zema defende privatização da Petrobras e modelo de corporation para estatal

Zema defende privatização da Petrobras e modelo de corporation para estatal
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O pré-candidato do Novo à Presidência da República, Romeu Zema, defendeu publicamente a privatização integral do setor energético brasileiro. Durante visita ao Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), no Rio de Janeiro, o político argumentou que a Petrobras deveria ser convertida em uma corporation, retirando o controle decisório das mãos do Governo Federal para eliminar o que classificou como ingerência política.

Proposta de gestão e eficiência estatal

Para Romeu Zema, a União poderia manter uma participação societária na empresa, focada exclusivamente no recebimento de dividendos, sem interferência na administração. O pré-candidato sustenta que uma Petrobras operando sob lógica puramente privada seria mais lucrativa, o que, consequentemente, elevaria a arrecadação de impostos e contribuições para os cofres públicos.

O político comparou o setor de energia com o agronegócio, destacando que o Brasil é líder mundial na produção de alimentos sem que o Estado precise gerir empresas estatais no ramo. Segundo ele, a eficiência alcançada pelo setor privado em outras áreas serve como modelo para justificar a saída do governo de atividades operacionais, permitindo que gestores públicos concentrem esforços em áreas essenciais como saúde, segurança e educação.

Contexto político e articulações eleitorais

Além de suas propostas econômicas, Romeu Zema abordou o cenário eleitoral para o pleito de 2026. O pré-candidato confirmou que o partido Novo deve oficializar sua candidatura no dia 27, embora ainda não tenha definido um nome para a vice-presidência. Ele negou categoricamente ter realizado qualquer convite formal a Michele Bolsonaro, esclarecendo que o nome da ex-primeira-dama surgiu apenas como uma possibilidade levantada por jornalistas durante entrevistas.

A postura de Romeu Zema reflete a estratégia do partido em se posicionar como uma alternativa liberal, focada na redução do tamanho do Estado. A defesa de que não existem “vacas sagradas” na estrutura estatal reforça o discurso de campanha voltado para a desestatização completa, buscando atrair eleitores que priorizam a gestão técnica e a despolitização de empresas públicas.

Para mais informações sobre o posicionamento do pré-candidato, acompanhe as atualizações em fontes oficiais como o G1.

Fonte: blogdomagno.com.br

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