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Defensoria pública busca responsabilização após agressão com arma de choque em Belém

mais um episódio de violência urbana em Belém, o caso do homem em situação de ru
Reprodução Dol

A violência urbana em Belém ganhou contornos de urgência após um homem em situação de rua ser alvo de um ataque com arma de eletrochoque. O episódio, que gerou ampla repercussão, colocou em alerta instituições de proteção aos direitos humanos e órgãos de segurança pública, que agora trabalham de forma coordenada para assegurar justiça à vítima e garantir a continuidade de seu tratamento médico.

Atuação integrada para proteção da vítima

A Defensoria Pública do Estado do Pará confirmou que mantém um acompanhamento rigoroso sobre o caso, atuando em conjunto com esferas estaduais e municipais. A prioridade inicial foi a identificação formal do homem, um passo considerado indispensável para viabilizar tanto a assistência jurídica quanto a rede de suporte social necessária para o caso.

Essa articulação interinstitucional busca não apenas a punição dos responsáveis, mas a construção de uma estratégia de atendimento que respeite a dignidade da vítima. A colaboração envolve o setor psicossocial do Hospital das Clínicas Gaspar Vianna e o programa Consultório na Rua, garantindo que o atendimento não seja interrompido após a alta hospitalar.

Acompanhamento clínico e saúde mental

Atualmente, o homem permanece internado na unidade hospitalar após apresentar sinais de sofrimento psíquico decorrentes da agressão. A Defensoria Pública solicitou formalmente uma avaliação psiquiátrica especializada para definir a conduta terapêutica mais adequada ao quadro clínico do paciente.

O foco das autoridades é assegurar uma alta responsável. Isso significa que o paciente não será desassistido ao deixar o hospital, mas sim inserido em uma linha de cuidado contínua, desenhada conforme as necessidades específicas identificadas pela equipe médica e pelos assistentes sociais envolvidos no processo.

Investigação criminal e responsabilização jurídica

Paralelamente ao suporte assistencial, o inquérito policial segue em curso sob a responsabilidade de uma delegacia especializada da Diretoria de Atendimento a Grupos Vulneráveis. A mudança na condução do caso reflete a gravidade da situação e a vulnerabilidade da vítima, seguindo diretrizes do Conselho Nacional de Justiça.

A Polícia Civil confirmou que o dispositivo elétrico utilizado no ataque já passou por perícia técnica e o laudo foi anexado aos autos. Enquanto depoimentos continuam sendo colhidos, a Defensoria Pública atua no âmbito cível para garantir a reparação dos danos sofridos, reafirmando seu compromisso com a proteção de populações em situação de vulnerabilidade social. Para mais informações sobre o desdobramento das investigações, acompanhe as atualizações em DOL.

Fonte: dol.com.br

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