Um ataque violento na madrugada de quarta-feira (29/4) chocou a comunidade de Pacajá, no sudoeste do Pará. A professora da rede municipal, Elis Regina Araújo Teixeira, foi morta a tiros durante uma emboscada enquanto trafegava em uma caminhonete acompanhada de seu marido, Frank Rodrigues Teixeira, que também foi atingido pelos disparos.
Dinâmica do ataque na rodovia
De acordo com relatos preliminares, o casal seguia em direção a uma propriedade rural quando foi surpreendido por criminosos na altura da Vila Arataú, situada às margens da Rodovia BR-230. Homens armados teriam descido de outro veículo e iniciado uma sequência de disparos contra o automóvel das vítimas.
A maior parte dos tiros concentrou-se no lado do passageiro, onde Elis Regina Araújo Teixeira estava sentada. Mesmo ferido, Frank Rodrigues Teixeira conseguiu acelerar o veículo e buscar socorro em um estabelecimento comercial próximo, mas a professora não resistiu aos ferimentos e faleceu no interior da caminhonete.
Investigação e assistência médica
Após o atentado, o sobrevivente foi encaminhado para atendimento médico no Hospital Regional de Tucuruí. Até o momento, as autoridades não divulgaram detalhes sobre o estado de saúde atual de Frank Rodrigues Teixeira, nem confirmaram possíveis motivações para o crime.
A Polícia Civil instaurou um inquérito na Delegacia de Pacajá para apurar a autoria e as circunstâncias do homicídio. Perícias técnicas foram solicitadas no local do crime e oitivas com testemunhas estão em andamento para tentar identificar os responsáveis pela emboscada.
Luto e suspensão de atividades
A morte da docente gerou forte comoção na região. A Secretaria Municipal de Educação de Pacajá (Semed) emitiu uma nota oficial lamentando profundamente o falecimento da profissional e prestando solidariedade aos familiares e amigos enlutados.
Em decorrência do ocorrido, a prefeitura local determinou a suspensão das aulas na rede municipal para a quinta-feira (30/4). A medida visa prestar homenagem à professora e oferecer suporte à comunidade escolar diante da tragédia.
Canais para denúncias anônimas
As autoridades reforçam a importância da colaboração da população para o esclarecimento do caso. Informações relevantes podem ser repassadas de forma sigilosa através do Disque Denúncia (181), que garante o anonimato de quem realiza o contato.
Além do atendimento telefônico, a população pode enviar evidências como fotos, vídeos ou localizações por meio do WhatsApp (91) 98115-9181, utilizando a assistente virtual Iara. O sigilo é garantido em todos os canais de denúncia disponibilizados pela segurança pública.
Fonte: avozdoxingu.com.br