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Assassinato de professor em Uruará é elucidado e três suspeitos são presos pela Polícia Civil

envolver uma pessoa bastante conhecida na cidade, foi esclarecido após a prisão
Reprodução Avozdoxingu

A Polícia Civil de Uruará, localizada no sudoeste do Pará, anunciou a elucidação do assassinato do professor João Prado da Costa, um crime que ocorreu em fevereiro de 2025 e gerou grande comoção na comunidade local. A investigação culminou na prisão de três homens, apontados como os autores do homicídio, trazendo um desfecho para um caso que mobilizou a atenção da população.

Os suspeitos foram detidos na tarde da última quarta-feira, 3 de junho, durante uma operação policial em uma residência no bairro Boa Sorte, identificada como um ponto de comercialização de entorpecentes. Além do cumprimento dos mandados de prisão preventiva relacionados ao assassinato, os indivíduos também foram autuados em flagrante por tráfico de drogas, após a apreensão de porções de crack e cocaína no local.

O assassinato que chocou Uruará e a figura do professor João Prado

O professor João Prado da Costa, de 58 anos, foi fatalmente atingido por um disparo de arma de fogo na tarde de 16 de fevereiro de 2025, enquanto estava em via pública na área central de Uruará. Embora não estivesse mais exercendo a profissão de educador na época do crime, ele era uma figura bastante conhecida e querida pela comunidade, o que amplificou a repercussão e o impacto de sua morte no município e na região.

As investigações, coordenadas pelo delegado Lealdo de Araújo Neto, revelaram que o professor foi uma vítima incidental. O verdadeiro alvo dos criminosos era um traficante conhecido pelo apelido de “Ceguinho”, que, apesar de ter sido atingido por diversos tiros, sobreviveu ao ataque. Dois homens em uma motocicleta se aproximaram do local e efetuaram os disparos, e um dos tiros atingiu fatalmente a cabeça do professor.

Desdobramentos da investigação e a identificação dos envolvidos no assassinato

Logo após o crime, a Polícia Civil iniciou uma intensa investigação para identificar os responsáveis. O trabalho investigativo permitiu a identificação dos suspeitos, e os mandados de prisão preventiva foram deferidos pela Justiça em março de 2026. Naquela ocasião, as forças policiais realizaram buscas em diversos endereços na tentativa de localizar os envolvidos.

Inicialmente, apenas um dos investigados foi localizado e preso. Os outros dois, no entanto, permaneceram foragidos por um período, dificultando a conclusão do caso. A persistência da equipe de investigação foi crucial para manter o monitoramento e buscar a captura dos demais envolvidos, garantindo que todos os apontados como autores fossem responsabilizados.

Operação policial culmina na prisão dos foragidos e apreensão de entorpecentes

Os dois suspeitos que estavam foragidos foram finalmente localizados durante uma ação de monitoramento contínuo. A polícia obteve informações de que eles estariam comercializando entorpecentes em uma residência. Após dias de vigilância estratégica, os agentes realizaram a abordagem no imóvel, efetuando as prisões e cumprindo os mandados judiciais pendentes.

Durante a operação, além das prisões relacionadas ao homicídio do professor, os policiais apreenderam drogas no local. Essa descoberta resultou na autuação em flagrante dos investigados também pelos crimes de tráfico de drogas, adicionando novas acusações ao processo judicial. Os presos foram identificados como Luiz Silva, Ugo Arraz e Evanildo, este último conhecido como “Ceará”.

O desfecho judicial e a verdadeira motivação por trás do ataque

Após as prisões, os três acusados passaram por audiência de custódia na sexta-feira, 5 de junho. Em seguida, foram encaminhados ao presídio de Vitória do Xingu, onde permanecerão à disposição da Justiça para responder pelos crimes. O delegado Lealdo Neto confirmou que o caso do assassinato do professor está solucionado, e agora o processo segue para as etapas judiciais.

A elucidação do caso e a prisão dos suspeitos trazem um senso de justiça para os familiares e amigos de João Prado da Costa, que aguardavam respostas desde o trágico evento. A comunidade de Uruará, que se comoveu com a perda do educador, agora acompanha os próximos desdobramentos judiciais, esperando que a justiça seja plenamente cumprida. Informações detalhadas sobre a investigação podem ser encontradas em fontes locais.

Fonte: avozdoxingu.com.br

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