A cidade de Altamira, localizada no sudoeste do Pará, encerrou recentemente a 5ª edição do Festival Internacional do Chocolate e Cacau, o Chocolat Xingu 2026. Durante quatro dias, entre 11 e 14 de junho, o Centro de Eventos Vilmar Soares tornou-se o epicentro da produção cacaueira, atraindo milhares de visitantes interessados na qualidade das amêndoas da região da Transamazônica.
O evento reafirmou o papel do município como uma vitrine essencial para o setor no Brasil. A programação diversificada promoveu o intercâmbio entre produtores, especialistas e o público consumidor, destacando a relevância econômica e cultural do fruto para a economia local.
Chocolat Xingu impulsiona a economia e o conhecimento técnico
O festival foi estruturado para fortalecer toda a cadeia produtiva do cacau. Além da exposição e comercialização de chocolates artesanais, o evento ofereceu um cronograma robusto de palestras, oficinas e debates voltados a pesquisadores, estudantes e técnicos agrícolas.
A tradicional Cozinha Show foi um dos pontos altos da agenda, apresentando demonstrações gastronômicas que exploraram ingredientes amazônicos em receitas inovadoras. O objetivo central foi integrar o saber técnico à prática culinária, valorizando o produto final e incentivando novos negócios na região.
Arte e identidade regional em destaque no festival
A criatividade foi um elemento marcante desta edição. O artista Léo Vilela surpreendeu o público ao apresentar uma escultura monumental produzida com mais de 120 quilos de chocolate regional. A obra, que representava a Taça da Copa do Mundo integrada a um pé de cacau, serviu como um símbolo visual da importância do setor para a identidade do Xingu.
A cidade também se preparou para o fluxo de visitantes com melhorias urbanas significativas. A instalação de um monumento temático na rotatória das avenidas Tancredo Neves e João Rodrigues reforçou o orgulho local pela produção de cacau, deixando um legado visual permanente para a comunidade.
Legado e perspectivas para a cacauicultura local
O encerramento do evento deixou um impacto positivo na economia e no turismo de Altamira. Ao promover a troca de conhecimentos e a valorização da cultura amazônica, o Chocolat Xingu consolidou-se como um dos principais encontros do calendário agroindustrial brasileiro.
A iniciativa não apenas celebrou a qualidade das amêndoas da Transamazônica, mas também estabeleceu bases para o crescimento sustentável da produção. Mais informações sobre o impacto do setor podem ser acompanhadas pelo portal A Voz do Xingu, que documentou os principais momentos desta edição.
Fonte: avozdoxingu.com.br