PUBLICIDADE

John Textor é afastado da gestão da SAF do Botafogo após decisão arbitral

Folhapress Textor fez parte do período mais vitorioso do clube, que agora se encontra com graves problemas
Folhapress Textor fez parte do período mais vitorioso do clube, que agora se encontra com graves problemas

Crise administrativa e afastamento de John Textor

O cenário no Botafogo sofreu uma reviravolta drástica em 2026. Após um período marcado por conquistas expressivas, como o Brasileirão e a Libertadores, o clube atravessa agora um momento de instabilidade institucional profunda. O empresário americano John Textor foi afastado temporariamente do comando da SAF, conforme determinação do Tribunal Arbitral da FGV.

A medida, que impacta diretamente a governança da instituição, surge em um contexto de fragilidade financeira. O afastamento ocorre após o protocolo de uma ação cautelar visando a recuperação judicial da SAF, uma manobra que gerou reações imediatas entre os acionistas e órgãos de controle.

Motivações e conflitos societários

A decisão dos três árbitros da FGV fundamentou-se no risco de danos irreparáveis aos acionistas e à torcida. O pedido de recuperação judicial, apresentado no dia 21, foi motivado por uma dívida acumulada de R$ 2,5 bilhões. A Eagle Bidco, acionista majoritária, solicitou a intervenção imediata para proteger os interesses da organização.

Em resposta, a SAF do Botafogo emitiu nota oficial contestando a legitimidade da decisão. O comunicado argumenta que o tribunal avançou sobre questões societárias que deveriam ser resolvidas internamente, em assembleia, sem a necessidade de uma intervenção externa tão drástica na gestão executiva.

Desdobramentos e a disputa com a Ares

Enquanto a disputa jurídica segue seu curso, com uma nova análise agendada para o dia 29, o clube busca alternativas para manter a continuidade operacional. Durcesio Mello, ex-presidente do clube social, foi nomeado diretor geral para assumir as atribuições na ausência de John Textor, superando a hierarquia operacional de Danilo Caixeiro.

O conflito possui raízes em uma dívida com o fundo Ares, que financiou a aquisição do Lyon. Como garantia, foram oferecidas ações da SAF botafoguense, permitindo que o fundo passasse a influenciar decisões na Eagle. John Textor, em declaração pública, afirmou que a decisão judicial foi baseada em informações incorretas fornecidas pelos advogados da Ares, mantendo a expectativa de uma reversão do quadro nos próximos dias. Para mais detalhes sobre o cenário esportivo, acompanhe as atualizações em dol.com.br.

Fonte: dol.com.br

Leia mais

Últimas

PUBLICIDADE