A Prefeitura de Belém finalizou a reconstrução da passarela sobre o Canal do Galo, situada entre as ruas Lava Pés I e do Acampamento, no bairro do Barreiro. A obra, executada pela Secretaria Municipal de Zeladoria e Conservação Urbana (Sezel), encerra um período de mais de uma década de instabilidade estrutural, oferecendo aos moradores uma travessia segura e revitalizada para o deslocamento cotidiano.
Reestruturação completa da passarela no Barreiro
O projeto de reforma, iniciado em junho de 2026, foi concluído em agosto do mesmo ano, transformando um ponto crítico de circulação em uma estrutura moderna. A intervenção focou na substituição integral dos componentes metálicos desgastados pelo tempo e na instalação de um novo piso, garantindo a durabilidade necessária para o tráfego de pedestres.
Além da base metálica, o cronograma de trabalho incluiu a recuperação das cabeceiras e um reforço estrutural rigoroso. O acabamento final contou com uma pintura completa, que não apenas protege o material contra a corrosão, mas também revitaliza o aspecto visual da área urbana, conforme informações da Prefeitura de Belém.
Impacto direto na mobilidade dos moradores
Para a comunidade local, a entrega da nova ponte representa o fim de um medo constante. Nilma de Carvalho Barros, moradora da rua do Acampamento, destacou que a estrutura anterior impunha riscos diários aos pedestres. Com a conclusão da obra, a sensação de alívio é compartilhada pelos vizinhos, que agora utilizam a passagem com maior tranquilidade e segurança.
Plano municipal de zeladoria urbana
A reconstrução da Ponte do Galo integra um esforço mais amplo da gestão municipal para recuperar a infraestrutura de pontes e passarelas em diversos bairros da capital paraense. Segundo o secretário adjunto da Sezel, Marcelo Mattos, a iniciativa segue diretrizes estabelecidas pelo prefeito e pelo secretário Fernando Camarinha para atender áreas prioritárias.
A estratégia de manutenção não se limita ao Barreiro. A prefeitura já realizou intervenções similares no bairro do Benguí e mantém um mapeamento ativo de mais de 50 pontos críticos espalhados pela cidade. O objetivo é garantir que a rede de mobilidade urbana receba reformas estruturais contínuas para evitar o colapso de passagens essenciais para a população.
Fonte: aprovinciadopara.com.br