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Aprovação do governo Lula cresce com melhora entre homens e faixas de renda mais altas, aponta pesquisa Genial/Quaest

Aprovação do governo Lula cresce com melhora entre homens e faixas de renda mais altas, aponta pesquisa Genial/Quaest
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Uma recente pesquisa realizada pela Genial/Quaest, divulgada na última quarta-feira (15), revelou um aumento significativo na aprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os dados indicam que esta é a maior taxa de aprovação desde dezembro de 2024, impulsionada por uma melhora no desempenho entre segmentos do eleitorado que historicamente apresentavam maior resistência, como homens e indivíduos com maior poder aquisitivo.

No cenário geral, a gestão é aprovada por 48% dos brasileiros, enquanto 47% a desaprovam. Este é o primeiro levantamento desde dezembro de 2024 em que o índice positivo supera numericamente o negativo. Em comparação, em julho do ano passado, a desaprovação era de 53%, caindo para 48% na divulgação anterior. Apenas 5% dos entrevistados não souberam ou não responderam à questão.

Aprovação geral e desempenho por gênero

A análise por gênero mostra que, entre o público feminino, Lula mantém uma aprovação de 50%, com 44% de desaprovação. Já no segmento masculino, onde a desaprovação tradicionalmente era mais alta, houve uma oscilação negativa de três pontos percentuais. Atualmente, 46% dos homens aprovam o governo, enquanto 50% o desaprovam. No mês anterior, a desaprovação entre homens era de 53%, e nos três meses anteriores, chegou a 55%. A margem de erro para este grupo é de três pontos percentuais.

A melhora no desempenho entre os homens representa um avanço para a administração, que busca consolidar apoio em todas as camadas da população. Os dados refletem uma mudança na percepção, indicando que as políticas governamentais podem estar ressoando de forma mais ampla.

Variações entre jovens e eleitores independentes

Outro fator que contribui para o cenário positivo é a performance do governo entre o público mais jovem, na faixa etária de 16 a 34 anos. Neste grupo, Lula é aprovado por 48%, contra 46% que o desaprovam. Este resultado contrasta fortemente com o mês de junho, quando a gestão petista era reprovada por 50% e aprovada por apenas 43%.

Entre os eleitores independentes, o governo também apresentou uma melhora, dentro da margem de erro de quatro pontos percentuais. Atualmente, os índices de aprovação e desaprovação estão equilibrados em 45%. Em junho, 47% desaprovavam (contra 41% que aprovavam), e em abril, a desaprovação era ainda maior, atingindo 58% (com 52% de aprovação).

Avanços em segmentos de renda e evangélicos

Tradicionalmente mais forte entre o público de baixa renda, devido aos programas de assistência social, o governo Lula demonstrou uma melhoria notável também entre aqueles com renda familiar superior a cinco salários mínimos. Neste grupo, a desaprovação caiu de 60% em junho para 54% na pesquisa atual, enquanto a aprovação subiu de 35% para 41%. Em apenas um mês, a diferença entre aprovação e desaprovação diminuiu de 25 para 13 pontos percentuais.

Adicionalmente, o presidente vem reduzindo gradualmente a percepção negativa no segmento evangélico desde abril. Naquela ocasião, a desaprovação era de 68%, chegando a 58% na última divulgação. No mesmo período, o percentual de aprovação entre os evangélicos saltou de 28% para 37%, indicando uma reversão na tendência.

Avaliação do governo e cenários eleitorais

Em relação à avaliação geral do governo, 36% dos entrevistados consideram o trabalho positivo, enquanto 26% o classificam como regular. O percentual de avaliação negativa também é de 36%, uma queda em relação aos 40% registrados em julho de 2025. O pior cenário para a avaliação negativa ocorreu em março deste ano, quando atingiu 43%, com apenas 31% considerando o trabalho positivo e 25% regular.

A pesquisa Genial/Quaest também explorou cenários eleitorais para as próximas eleições, mostrando que Lula mantém a liderança em todas as simulações de segundo turno. Na disputa com o senador Flávio Bolsonaro (PL), o petista aparece com 45% das intenções de voto, contra 37% do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Este resultado representa uma oscilação positiva para Lula, que na divulgação anterior marcava 44%, enquanto Flávio tinha 38%. Em maio, antes do caso ‘Dark Horse’, os dois estavam tecnicamente empatados, com Lula em 42% e o senador em 41%.

No primeiro turno, Lula mantém a liderança com 40% das intenções de voto, uma oscilação de um ponto para cima, enquanto Flávio Bolsonaro ocupa o segundo lugar com 28%. Outros pré-candidatos incluem Ronaldo Caiado (PSD) com 4%, Renan Santos (Missão) com 3%, Romeu Zema (Novo) com 2%, Cabo Daciolo (Mobiliza) com 2%, Augusto Cury (Avante) com 1%, Joaquim Barbosa (DC) com 1% e Samara Martins (UP) com 1%. Três pré-candidatos — Edmilson Costa (PCB), Heró Bezerra (PRTB) e Hertz Dias (PSTU) — não pontuaram. Indecisos somam 11%, e eleitores que declaram voto em branco, nulo ou não vão votar representam 8%.

A escolha de voto é considerada definitiva por 65% dos brasileiros, um aumento em relação aos 63% do mês passado, enquanto 35% afirmam que ainda podem mudar. Em relação à rejeição, Flávio Bolsonaro é o pré-candidato com o maior índice, sendo rejeitado por 57% dos eleitores, um aumento em relação aos 52% de abril. Lula vem em seguida, com 50% de rejeição, mantendo uma tendência de queda nos últimos meses, já que em junho era rejeitado por 53% e em abril por 55% da população.

Para mais detalhes sobre as pesquisas e análises políticas, consulte fontes confiáveis como a Genial Investimentos.

Fonte: blogdomagno.com.br

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