O cenário político em Minas Gerais, o segundo maior colégio eleitoral do Brasil, passa por um novo escrutínio com a realização de uma pesquisa da Quaest. O levantamento busca mapear as intenções de voto para o governo estadual, testando a força de diversos nomes em cenários de primeiro turno e confrontos diretos que prometem definir os rumos da disputa.
Configurações da disputa e nomes na corrida eleitoral
A pesquisa apresenta um quadro amplo de candidatos, incluindo figuras como Alexandre Kalil, Ben Mendes, Cleitinho Azevedo, Flávio Roscoe, Gabriel Azevedo, Indira Xavier, Jarbas Soares Júnior, Maria da Consolação, Mateus Simões, Patrus Ananias, Rafael Duda e Túlio Lopes. O questionário explora diferentes composições, testando a ausência ou inclusão de nomes como Vittorio Medioli para medir a resiliência das candidaturas.
Além da intenção de voto estimulada, o instituto mensura a percepção espontânea do eleitorado. O estudo também avalia o grau de conhecimento, o potencial de voto e a rejeição de cada postulante, fornecendo um diagnóstico detalhado sobre a viabilidade de cada nome perante a opinião pública mineira.
Confrontos diretos e projeções de segundo turno
Um dos pontos centrais do levantamento é a simulação de um eventual segundo turno entre o senador Cleitinho Azevedo e o deputado federal Patrus Ananias. Este embate permite medir o peso da influência do PT frente ao nome do Republicanos no estado. A pesquisa também testa o atual governador Mateus Simões em confrontos contra Patrus Ananias e Alexandre Kalil, além de um cenário específico entre Kalil e Simões.
Influência de lideranças nacionais e avaliação de gestão
A Quaest investiga o impacto dos apoios políticos, questionando se o eleitor prefere um sucessor alinhado ao presidente Lula, ao ex-presidente Jair Bolsonaro ou uma gestão independente. O estudo também busca entender se o eleitor mineiro deseja a continuidade do trabalho de Romeu Zema ou uma mudança na condução do governo.
A gestão de Mateus Simões e a administração de Romeu Zema serão avaliadas em áreas críticas como saúde, educação, transporte público, segurança e infraestrutura. A pesquisa, registrada em 22 de julho, ouviu 1.482 pessoas entre os dias 22 e 26, com resultados previstos para o dia 28 de julho.
Fonte: veja.abril.com.br