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Protestos violentos na Albânia marcam escalada em manifestações antigovernamentais

Protestos violentos na Albânia marcam escalada em manifestações antigovernamentais
Vista aérea de Istambul

A tensão social atingiu níveis críticos na capital da Albânia, onde manifestantes confrontaram diretamente as forças de segurança durante um ato antigovernamental. A onda de protestos, que já se arrasta há meses, ganhou contornos de violência extrema com o lançamento de artefatos incendiários e a resposta enérgica das autoridades policiais.

Os incidentes refletem um profundo descontentamento popular acumulado ao longo de um extenso período. As manifestações são alimentadas por denúncias de corrupção sistêmica, reivindicações por reformas substanciais e melhores condições no setor universitário, além de exigências diretas pela saída do primeiro-ministro Edi Rama do poder.

Confrontos nas ruas e uso de armamento de controle

Durante os episódios de violência, manifestantes arremessaram pedras, fogo de artifício e cocktails Molotov contra o cordão de isolamento policial. Contentores de lixo também foram incendiados pelas ruas, criando pontos de fogo e densas colunas de fumaça na paisagem urbana.

A polícia de choque avançou pelo perímetro para dispersar a multidão enfurecida. Como resposta aos ataques, as autoridades utilizaram canhões de água, gás lacrimogéneo e dispararam balas de borracha para conter o avanço dos manifestantes.

Reações políticas e balanço de feridos

O chefe de governo classificou os atos como criminosos e declarou que os participantes ultrapassaram uma linha vermelha inaceitável. Embora tenha reconhecido a legitimidade do direito ao protesto pacífico, o posicionamento oficial reforçou que a violência física e a destruição de patrimônio configuram crimes graves.

O balanço oficial divulgado após os confrontos apontou um número expressivo de lesionados. Cerca de trezentas pessoas necessitaram de atendimento médico em decorrência dos episódios de violência urbana, sendo que mais da metade do total de feridos pertencia aos quadros da força policial.

Para mais informações sobre o contexto internacional e outras atualidades do continente europeu, consulte a cobertura completa da Euronews.

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