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Romeu Zema defende inserção de jovens no mercado de trabalho a partir dos 14 anos

que prejudica os estudos. Zema considera que o trabalho é um “compl
Reprodução Jovempan

O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato ao Planalto, Romeu Zema, reafirmou nesta segunda-feira (4) a importância de conciliar o ensino formal com a experiência profissional precoce. Em entrevista exclusiva à Jovem Pan News, o político destacou que, embora a educação seja uma prioridade inegociável, o jovem brasileiro precisa de oportunidades para aprender a trabalhar desde cedo.

A visão sobre o programa jovem aprendiz

Durante a entrevista, Romeu Zema pontuou que o atual modelo do programa jovem aprendiz possui potencial para ser aprimorado. Segundo o ex-governador, o mercado poderia ampliar a contratação de adolescentes a partir dos 14 anos, permitindo uma transição mais fluida entre o ambiente escolar e a vida profissional.

Para o pré-candidato, essa inserção precoce não deve ser vista como um obstáculo ao aprendizado acadêmico. Pelo contrário, ele argumenta que a vivência prática atua como um complemento essencial para a formação do indivíduo, preparando-o para as exigências do mundo adulto.

Desenvolvimento de competências e disciplina

O argumento central de Romeu Zema reside na formação de caráter e na aquisição de habilidades comportamentais. Ele defende que o trabalho proporciona autonomia ao jovem, ensinando valores fundamentais como disciplina, comprometimento e a capacidade de respeitar hierarquias e horários.

Ao integrar o jovem ao mercado, a sociedade estaria, na visão do ex-governador, qualificando melhor o cidadão. Ele ressalta que o convívio com pessoas mais experientes no ambiente corporativo contribui significativamente para o amadurecimento pessoal e profissional do adolescente.

Quebra de paradigmas sobre o trabalho juvenil

O ex-governador criticou a percepção cultural predominante no Brasil de que o trabalho seria prejudicial ao desempenho escolar. Para Romeu Zema, essa visão ignora os benefícios da experiência prática, que, quando bem orientada, não substitui, mas potencializa o valor do estudo.

Ele reforçou que o estudo permanece como um pilar fundamental, mas que o trabalho deve seguir logo na sequência como uma ferramenta de desenvolvimento. A proposta busca, em última análise, reduzir a ociosidade e preparar uma geração mais apta para os desafios econômicos do país.

Fonte: jovempan.com.br

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