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Jaques Wagner relata apoio de Lula após operação da Polícia Federal

Jaques Wagner relata apoio de Lula após operação da Polícia Federal
Reprodução Abril

Solidariedade presidencial após operação da Polícia Federal

O senador Jaques Wagner, que atua como líder do governo no Senado, tornou público um contato telefônico realizado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O diálogo ocorreu após o parlamentar ser alvo de uma operação deflagrada pela Polícia Federal na quinta-feira, 18.

Em entrevista concedida à BandNews, o senador petista afirmou que o chefe do Executivo manifestou solidariedade diante do cenário investigativo. Segundo o relato, o presidente teria traçado um paralelo com suas próprias experiências jurídicas passadas ao oferecer apoio ao aliado.

Permanência na liderança e confiança política

Questionado sobre possíveis mudanças na articulação política do governo no Congresso, Jaques Wagner descartou a possibilidade de ser destituído do cargo. O senador enfatizou que a relação de confiança mútua com o presidente permanece inalterada.

O parlamentar declarou que a continuidade de seu trabalho na liderança do governo está assegurada, ressaltando que o tema não foi pauta nas conversas com o Palácio do Planalto. Ele reforçou que a permanência na função depende exclusivamente de uma decisão direta do presidente Lula, a qual não vislumbra no momento.

Defesa contra acusações e manutenção da candidatura

Além de abordar a esfera política, o senador reafirmou a manutenção de sua pré-candidatura à reeleição. Jaques Wagner declarou estar seguro quanto à lisura de sua trajetória pessoal e profissional, negando qualquer envolvimento em atos ilícitos.

A investigação da Polícia Federal apura supostos benefícios indevidos, incluindo o recebimento de um imóvel avaliado em 2,4 milhões e repasses financeiros. O parlamentar negou ter atuado em favor de interesses do Banco Master, especificamente sobre a alteração no Fundo Garantidor de Crédito, alegando que sua posição como líder do governo foi contrária à emenda em questão.

Fonte: veja.abril.com.br

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